Júlia Zanatta aciona Conselho de Ética contra Lewandowski por suspeita de conflito de interesses com Banco Master

Júlia Zanatta aciona Conselho de Ética contra Lewandowski por suspeita de conflito de interesses com Banco Master

A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) protocolou um pedido no Conselho de Ética Pública da Presidência da República para investigar Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça. O foco da representação são indícios de que o ex-ministro teria prestado consultoria jurídica ao Banco Master. CONTINUA APÓS O ANÚNCIO A parlamentar argumenta que essa atuação ocorreu em um […]

Resumo

A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) protocolou um pedido no Conselho de Ética Pública da Presidência da República para investigar Ricardo Lewandowski, ex-ministro da Justiça.

O foco da representação são indícios de que o ex-ministro teria prestado consultoria jurídica ao Banco Master.

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A parlamentar argumenta que essa atuação ocorreu em um período próximo e, em parte, concomitante ao exercício de alto escalão no Poder Executivo Federal.

O próprio Ricardo Lewandowski admitiu ter prestado consultoria jurídica ao Banco Master após deixar o Supremo Tribunal Federal (STF) e antes de assumir o Ministério da Justiça no governo Lula.

A declaração foi feita à colunista Andreza Matais, do portal “Metrópoles”, em 26 de janeiro.

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Indícios de violação de conduta

No documento apresentado ao Conselho de Ética, Júlia Zanatta cita a necessidade de apurar “indícios graves de violação ao Código de Conduta da Alta Administração Federal e à Lei de Conflito de Interesses”.

A deputada ressalta a importância institucional do cargo de Ministro de Estado.

Ela enfatiza o dever de observância dos princípios da moralidade, impessoalidade e transparência.

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Zanatta defende que situações que possam configurar conflito de interesses devem ser rigorosamente apuradas.

Prevenção e transparência

A parlamentar argumenta que, mesmo sem uma conclusão definitiva sobre irregularidades, a mera possibilidade de influência indevida justifica a atuação do Conselho.

Ela considera que a investigação é uma medida preventiva e orientadora.

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O objetivo é garantir a imparcialidade decisória e evitar favorecimentos.

A representação busca assegurar a integridade nas condutas de altas autoridades federais.

Fonte: Metrópoles

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