Jovem assassinada pelo ex-namorado na frente da filha será sepultada nesta quinta (1º) em BH; suspeito é foragido

Jovem assassinada pelo ex-namorado na frente da filha será sepultada nesta quinta (1º) em BH; suspeito é foragido

O corpo de Cinthya Micaelli Soares Rolliz, de 26 anos, assassinada a tiros pelo ex-namorado na madrugada desta quarta-feira (31), será sepultado nesta quinta-feira (1º), em Belo Horizonte. O crime chocou a capital mineira e ocorreu no bairro Jardim América, na Região Oeste, enquanto a jovem dormia ao lado da filha de cinco anos. Crime […]

Resumo

O corpo de Cinthya Micaelli Soares Rolliz, de 26 anos, assassinada a tiros pelo ex-namorado na madrugada desta quarta-feira (31), será sepultado nesta quinta-feira (1º), em Belo Horizonte. O crime chocou a capital mineira e ocorreu no bairro Jardim América, na Região Oeste, enquanto a jovem dormia ao lado da filha de cinco anos.

Crime brutal em BH

O suspeito, Alex de Oliveira Souza, fugiu após o assassinato e segue foragido. Cinthya e Alex haviam se separado há cerca de três meses. A vítima possuía uma medida protetiva contra o ex-companheiro, que não aceitava o fim do relacionamento.

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O velório está marcado para ocorrer entre 13h e 16h, e o sepultamento está previsto para as 17h, no Cemitério Parque da Colina. A despedida ocorre em um dia que deveria ser de celebração, o aniversário da vítima.

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Relacionamento marcado por violência e perseguição

Segundo relatos da família, o ex-namorado não aceitava o término e proferia ameaças constantes, inclusive contra parentes de Cinthya. A mãe da vítima, Ângela Fernandes Soares, descreveu o relacionamento como marcado por ciúmes excessivos, comportamento agressivo e perseguições frequentes.

Mesmo após a separação, Alex continuava rondando a residência e o local de trabalho de Cinthya, além de fazer ameaças recorrentes. A mãe relatou que a filha já havia tentado se separar outras vezes e que o ex-companheiro não se conformava com o fim do relacionamento.

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Medidas protetivas e histórico do agressor

A família informou que já havia registrado boletins de ocorrência e acionado a polícia em outras ocasiões, mas que medidas eficazes para impedir o crime não foram tomadas. A mãe também revelou que o suspeito possui passagens pela polícia por crimes como homicídio, roubo e tráfico de drogas.

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Ainda de acordo com Ângela, o agressor chegou a circular pela região do crime após o assassinato, antes de fugir. A morte de Cinthya levanta novamente o debate sobre a eficácia das medidas protetivas e a necessidade de ações mais contundentes contra agressores em casos de violência doméstica na capital.

Fonte: O Tempo

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