O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), determinou neste sábado (13.dez.2025) a retomada da escolta da deputada Talíria Petrone (Psol-RJ). A proteção policial, prestada pela Polícia Legislativa Federal (PLF), havia sido suspensa na segunda-feira (8.dez.2025).
A decisão de Lira veio após contato com a própria parlamentar, que apresentou um recurso contra a suspensão da escolta. A informação foi divulgada por Talíria Petrone em suas redes sociais.
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Câmara afirma manutenção temporária da segurança
Em nota oficial, a Câmara dos Deputados informou que Arthur Lira está em comunicação com a deputada e que a manutenção da escolta foi determinada em caráter provisório. A segurança da parlamentar permanecerá ativa até que haja uma decisão definitiva sobre o recurso apresentado.
A suspensão inicial da escolta, ocorrida em 8 de dezembro, foi comunicada à deputada sem aviso prévio, segundo relatou a própria Talíria Petrone. A justificativa apresentada pela PLF, em parecer técnico datado de 4 de dezembro, apontava a ausência de ameaças recorrentes ou risco iminente à integridade física da congressista.
Reavaliação da medida e histórico de ameaças
A Câmara indicou que a decisão de suspender a escolta será reavaliada à luz das novas informações e argumentos apresentados por Talíria Petrone em seu pedido de reconsideração. O Poder360 buscou contato com a deputada para obter mais detalhes, mas não obteve resposta até o fechamento desta reportagem.
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Talíria Petrone é alvo de escolta desde 2020, período em que passou a receber ameaças de morte. Dados recentes da Polícia Federal indicam que a deputada foi a congressista mais ameaçada em redes sociais no país durante o ano de 2024, reforçando a necessidade de atenção à sua segurança.
Fonte: Poder360