O início de 2026 marca o governo Lula (PT) sob escrutínio por novas medidas que impactam trabalhadores informais e por um aumento nas despesas do Legislativo.
Novas Taxações para Informais
A partir de 1º de janeiro, autônomos e trabalhadores informais como cabeleireiros, pedreiros e personal trainers enfrentam a obrigatoriedade de emitir nota fiscal eletrônica em seus próprios CPFs. Essa medida, segundo críticos, implica o pagamento de 25% sobre o faturamento em impostos.
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A estratégia do governo, conforme apontam fontes, seria a aposta na desinformação, uma vez que a emissão da nota fiscal via CNPJ, especialmente através do MEI (Microempreendedor Individual), resultaria em tributação significativamente menor, com custos aproximados de R$ 80 mensais via DAS (Documento de Arrecadação do Simples).
A situação evoca a declaração do presidente argentino Javier Milei, “imposto é roubo”, em um contexto de aumento da carga tributária brasileira.
Recorde de Gastos no Congresso
Em 2025, os senadores registraram um novo recorde de despesas com a cota parlamentar, totalizando R$ 34,8 milhões. Este valor supera o recorde anterior de R$ 32,5 milhões em 2024, de acordo com a ONG Operação Política Supervisionada.
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Cada parlamentar dispõe mensalmente de R$ 36,6 mil a R$ 51,4 mil para cobrir despesas diversas, que incluem aluguel de veículos e escritórios, alimentação, consultorias e até mesmo propaganda.
Um exemplo citado é o gasto de R$ 1,1 milhão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), com publicidade desde 2023.
Outros Focos de Tensão e Críticas
A gestão petista também é alvo de críticas por outras frentes. A promessa de advogados pela Fundação Perseu Abramo para militantes que enfrentarem processos por abusos em 2026, financiados pelo partido, é vista como um diferencial em relação à oposição.
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O Portal da Transparência deixou de atualizar em outubro os gastos com cartões corporativos, que somam R$ 78 milhões, sendo R$ 5 milhões apenas para os 11 cartões da Presidência da República.
No cenário político local, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), enfrenta articulações para uma CPI após nomear e desnomear o filho de uma procuradora do Tribunal de Contas para um cargo judicial.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), gerou repercussão negativa nas redes sociais ao entregar uma obra com piso tátil para deficientes visuais que terminava abruptamente em um poste.
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Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, aponta que o governo Lula acumula “recordes negativos”, incluindo um aumento nos pedidos de falência e recuperação judicial, atribuídos à implantação de novos impostos que oneram a produção e o empreendedorismo.
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