A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e outras importantes entidades empresariais mineiras emitiram um comunicado conjunto em apoio a manifestações pacíficas, em um contexto que inclui a caminhada do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) em direção a Brasília. O parlamentar iniciou o percurso em Paracatu, no Noroeste de Minas, como forma de protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Apoio Empresarial à Liberdade de Expressão
Embora o documento não mencione especificamente o deputado Nikolas Ferreira ou sua iniciativa de caminhar até a capital federal, a nota, assinada por representantes de diversos setores como agronegócio, comércio, serviços e transporte, ressalta a importância de protestos que ocorram de forma pacífica e respeitosa.
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O texto enfatiza que a liberdade de expressão, reunião e manifestação são direitos constitucionais essenciais para uma nação civilizada, plural e próspera. Os empresários mineiros reforçam que a mobilização social, quando realizada de maneira ordeira, fortalece o país ao estimular a participação, a fiscalização e o debate público.
Valores Democráticos e o Futuro de Minas
Para os signatários, tais mobilizações são um chamado ao despertar da nação, visando reafirmar valores comuns e não a divisão. A mensagem é clara: “desistir do Brasil não é uma opção”. A nota conjunta busca reforçar a necessidade de respeito às instituições, a rejeição à indiferença e a confiança no avanço do país através da participação serena e firme da sociedade.
As entidades empresariais mineiras, incluindo a Fiemg, a ACMinas, a Fecomércio MG e a FAEMG, reiteram seu compromisso com a democracia, a Constituição Federal e o Estado de Direito. Esses pilares são considerados indispensáveis para a estabilidade institucional, o desenvolvimento econômico e a coesão social, pilares fundamentais para o futuro de Minas Gerais e do Brasil.
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Um Chamado à Participação Cidadã
A posição das federações e associações empresariais de Minas Gerais sublinha que manifestações pacíficas são vistas como parte da solução, iluminando temas relevantes e reforçando a consciência coletiva de que a democracia exige um exercício permanente de responsabilidade. O comunicado reafirma a necessidade de civilidade, diálogo e respeito aos ritos institucionais.
Ao final, as entidades se colocam ao lado de iniciativas que respeitem os princípios democráticos e os direitos garantidos pela Constituição, buscando contribuir para a construção de consensos, previsibilidade e segurança jurídica. Essas condições são vistas como essenciais para atrair investimentos, impulsionar a produção e gerar empregos no estado.
Fonte: R7
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