EUA sob Trump: Imigração de 19 países é suspensa em nova medida de segurança nacional

EUA sob Trump: Imigração de 19 países é suspensa em nova medida de segurança nacional

O governo do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em 2 de fevereiro uma drástica suspensão de todos os pedidos de imigração provenientes de 19 países, a maioria não europeus. A medida afetou diretamente solicitações de green card e cidadania americana, com o governo justificando as ações com base em preocupações de segurança […]

Resumo

O governo do então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em 2 de fevereiro uma drástica suspensão de todos os pedidos de imigração provenientes de 19 países, a maioria não europeus. A medida afetou diretamente solicitações de green card e cidadania americana, com o governo justificando as ações com base em preocupações de segurança nacional e ordem pública.

Nova Fase da Política Migratória

A suspensão atingiu nações já sujeitas a proibições parciais de viagem, intensificando as restrições migratórias, um dos pilares da agenda política de Trump. A lista de países incluía nações como Afeganistão e Somália, cujos cidadãos passaram a enfrentar barreiras ainda mais rigorosas para entrar ou permanecer nos EUA.

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O memorando oficial que detalhou a nova política fez referência a incidentes recentes, como o ataque contra membros da Guarda Nacional em Washington, onde um suspeito de nacionalidade afegã foi detido. Um membro da Guarda Nacional morreu e outro ficou gravemente ferido no episódio.

Retórica e Ações Intensificadas

Paralelamente, Trump intensificou sua retórica contra cidadãos somalis, utilizando termos depreciativos e expressando descontentamento com a presença deles no país. Desde o início de seu mandato em janeiro, Trump priorizou a fiscalização rigorosa das leis de imigração, com o envio de agentes federais a grandes cidades e restrições à entrada de solicitantes de asilo na fronteira com o México.

Embora a pressão por deportações tenha sido um foco constante, a reformulação da imigração legal recebia menos ênfase. No entanto, as novas restrições, anunciadas após o ataque à Guarda Nacional, sinalizaram um foco crescente na imigração legal, enquadrada na defesa da segurança nacional e com críticas às políticas de seu antecessor, Joe Biden.

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Países Afetados e Procedimentos Revisados

A lista de países visados pelo memorando incluía Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen, que já enfrentavam restrições severas de imigração desde junho, incluindo a suspensão total de entradas, com poucas exceções.

Outros sete países – Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela – que já estavam sob restrições parciais em junho, também foram incluídos na nova política.

Impacto nos Pedidos de Imigração

A nova diretriz determinou a suspensão de todos os pedidos pendentes e exigiu um reprocessamento completo para imigrantes dos países listados. Isso incluiria avaliações de segurança nacional e pública, com possibilidade de novas entrevistas.

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A Associação Americana de Advogados de Imigração (AILA) relatou cancelamentos de cerimônias de juramento, entrevistas de naturalização e de ajuste de status para indivíduos dos países abrangidos pela proibição.

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