Erika Hilton acusa Tarcísio de vetar Paulista para ato contra jornada 6x1; governo diz seguir critérios

Erika Hilton acusa Tarcísio de vetar Paulista para ato contra jornada 6×1; governo diz seguir critérios

A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) denunciou neste domingo (26.mai.2024) que o governo de São Paulo, sob o comando do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), teria tentado barrar a realização de um ato sindical na Avenida Paulista, em 1º de maio, Dia do Trabalhador. O ato tinha como principal pauta a reivindicação pelo fim da […]

Resumo

A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) denunciou neste domingo (26.mai.2024) que o governo de São Paulo, sob o comando do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), teria tentado barrar a realização de um ato sindical na Avenida Paulista, em 1º de maio, Dia do Trabalhador.

O ato tinha como principal pauta a reivindicação pelo fim da jornada de trabalho 6×1, modelo criticado por precarizar as condições laborais. Segundo a parlamentar, a escolha da Avenida Paulista teria sido negada para os trabalhadores, enquanto o espaço estaria reservado para manifestações de cunho político, supostamente pró-Bolsonaro.

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Hilton utilizou suas redes sociais para expor a situação, afirmando que a intenção seria “enfraquecer a luta” dos trabalhadores e desviar o foco da mídia para pautas alinhadas ao ex-presidente.

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A deputada também mencionou que perfis ligados ao bolsonarismo estariam convocando para atos na Paulista com lemas como “Flávio presidente, Bolsonaro livre e Supremo é o povo”. Ela não detalhou se esses grupos teriam solicitado a reserva do local antes dos movimentos sindicais.

Diante das acusações, o governo de São Paulo, por meio de sua assessoria de imprensa, emitiu uma nota oficial. A Polícia Militar do Estado afirmou que atua de forma técnica e isonômica no planejamento de eventos em vias públicas.

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Segundo o comunicado, a corporação segue “critérios previamente estabelecidos que visam assegurar, simultaneamente, o direito constitucional à livre manifestação e a segurança de todos os envolvidos”. O governo assegura que não há distinção quanto à natureza, pauta ou representatividade dos organizadores.

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O planejamento operacional para o 1º de maio, de acordo com a nota, será específico e baseado nas solicitações formalizadas e nos parâmetros legais vigentes. A Polícia Militar ressaltou que o plano contemplará o reforço do policiamento e a atuação integrada com órgãos municipais e estaduais, visando garantir a ordem pública e a segurança.

A deputada Erika Hilton informou que o ato em defesa dos trabalhadores, com foco no fim da jornada 6×1, será realizado na Praça Roosevelt, em São Paulo, a partir das 9h do Dia do Trabalhador.

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Fonte: Poder360

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