Eduardo Paes desanca debate de segurança no Brasil: "Inconsequente" e disputa de protagonismo

Eduardo Paes desanca debate de segurança no Brasil: “Inconsequente” e disputa de protagonismo

Eduardo Paes desanca debate de segurança no Brasil, chamando-o de "inconsequente" e criticando disputa de protagonismo entre autoridades.

Resumo

Prefeito critica “disputa de protagonismo” entre autoridades e a falta de resultados efetivos.

O debate sobre segurança pública no Brasil foi classificado como “inconsequente” pelo prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD). Em declarações recentes, Paes criticou a postura de autoridades que, segundo ele, se preocupam mais em “disputa de protagonismo” do que em apresentar soluções concretas para a crise na área. A declaração foi feita durante um evento do Esfera, realizado no Rio de Janeiro.

Desigualdade não justifica armamento pesado, afirma Paes.

Paes também abordou a questão do porte de armas, rechaçando a ideia de que a desigualdade social possa justificar a permissão de armamento pesado para indivíduos. “O Estado nunca tem que buscar matar os outros. Mas se o Estado é enfrentado, só o Estado tem direito de inclusive acabar com a violência”, afirmou o prefeito, ressaltando o monopólio da força que deve ser exercido pelo poder público.

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Críticas à falta de estratégia e foco em soluções.

O prefeito enfatizou que a discussão sobre segurança no país carece de uma estratégia clara e de um foco em ações que realmente tragam resultados para a população. A “vaidade” e a busca por “holofotes” por parte de alguns agentes públicos, segundo Paes, desviam a atenção do que é essencial: a construção de políticas de segurança eficazes e a redução da criminalidade.

O papel do Estado na contenção da violência.

Em sua fala, Eduardo Paes reiterou a importância do Estado em garantir a ordem e a segurança, mas ponderou que essa atuação deve ser pautada pela legalidade e pela proporcionalidade. O direito de usar a força, mesmo a extrema, deve ser reservado ao Estado em situações de confronto direto, e não como uma política generalizada de combate à violência.

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