Mais de 20 nações já confirmaram presença no Conselho da Paz, uma nova iniciativa proposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (22), durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos. O objetivo declarado do grupo é atuar na prevenção de conflitos armados em escala global.
A proposta de Trump inclui a criação de um órgão permanente, que, segundo declarações do próprio presidente em 20 de janeiro de 2026, poderia vir a assumir funções atualmente desempenhadas pela Organização das Nações Unidas (ONU).
CONTINUA APÓS O ANÚNCIO
O emblema do Conselho da Paz, divulgado na ocasião, tem sido comparado ao da ONU, gerando debates sobre a sua eventual autonomia e escopo de atuação.
Países que aceitaram o convite:
Armênia, Arábia Saudita, Argentina, Azerbaijão, Bahrein, Belarus, Bulgária, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Marrocos, Mongólia, Paquistão, Paraguai, Qatar, Turquia, Uzbequistão e Vietnã.
CONTINUA APÓS O ANÚNCIO
Países que negaram o convite:
Eslovênia, França, Noruega e Suécia.
O caso do Brasil e a posição de Lula
CONTINUA APÓS O ANÚNCIO
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu o convite de Trump para integrar o Conselho da Paz. O governo brasileiro informou que a proposta está em avaliação interna. Antes de definir uma resposta oficial, o Planalto pretende consultar outros países para debater a relevância e as implicações da participação.
A decisão brasileira é vista com atenção no cenário internacional, considerando a posição histórica do país em fóruns multilaterais e sua política externa.
Nações que ainda não responderam
CONTINUA APÓS O ANÚNCIO
Alemanha, Brasil, China, Croácia, Itália, Reino Unido, Rússia, Singapura e Ucrânia.
Contexto da criação do Conselho
Donald Trump anunciou a formação do Conselho da Paz em 15 de janeiro de 2026. Inicialmente, a medida foi apresentada como parte de um plano para a resolução de conflitos na Faixa de Gaza. No entanto, Trump sinalizou que o órgão não teria caráter temporário, abrindo espaço para discussões sobre seu papel futuro no sistema de segurança global.
A criação do conselho ocorre em um momento de intensas negociações diplomáticas e busca por novas arquiteturas de governança global, com o objetivo de lidar com os crescentes desafios de segurança e estabilidade internacional.
Fonte: G1