Chuvas em BH: Regiões Leste e Barreiro já superam 80% da média de chuva prevista para março em apenas 12 dias

Chuvas em BH: Regiões Leste e Barreiro já superam 80% da média de chuva prevista para março em apenas 12 dias

Belo Horizonte já sente os efeitos de um março chuvoso. Em apenas 12 dias, as regiões Leste e Barreiro acumularam mais de 80% do volume de chuva esperado para todo o mês, segundo dados da Defesa Civil municipal. A média histórica para março na capital é de 197,5 milímetros. Volume de precipitação acima do esperado […]

Resumo

Belo Horizonte já sente os efeitos de um março chuvoso. Em apenas 12 dias, as regiões Leste e Barreiro acumularam mais de 80% do volume de chuva esperado para todo o mês, segundo dados da Defesa Civil municipal. A média histórica para março na capital é de 197,5 milímetros.

Volume de precipitação acima do esperado

Os números são expressivos: as regionais Leste e Barreiro registraram, respectivamente, 164,6 mm e 165,2 mm de chuva desde o início do mês. Isso representa 83,3% e 83,6% da média esperada para o período, respectivamente.

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O destaque negativo vai para o Barreiro, que em um intervalo de apenas duas horas na última quinta-feira (12/3), das 17h às 19h, acumulou 42,5 mm de chuva. Esse volume sozinho corresponde a 22% da média mensal para o mês inteiro.

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Outras regiões também afetadas

Embora Leste e Barreiro liderem o ranking de precipitação, outras áreas de Belo Horizonte também já ultrapassaram a metade do volume esperado para março. As regionais Oeste e Noroeste acumularam 67,4% e 67,1% da média, respectivamente.

A região Centro-Sul também registrou um volume considerável, com 125,2 mm, o que representa 63,4% da média mensal. As demais regionais, como Nordeste, Norte, Pampulha e Venda Nova, ainda não atingiram a metade do volume esperado, mas a atenção deve ser redobrada diante do cenário de chuvas concentradas.

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Recomendações da Defesa Civil

Diante do volume de chuvas, a Defesa Civil reforça a importância de cuidados redobrados. A população deve evitar áreas de risco, como ruas sujeitas a alagamentos, margens de córregos e ribeirões, especialmente durante precipitações intensas.

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Medidas simples como não atravessar ruas alagadas, não permitir que crianças brinquem em enxurradas e evitar abrigar-se ou estacionar veículos debaixo de árvores são cruciais para a segurança.

A atenção a áreas de encostas e morros é fundamental, assim como o cuidado com a rede elétrica. Em caso de fios rompidos, a população deve acionar imediatamente a CEMIG (116) ou a Defesa Civil (199).

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Sinais de instabilidade em edificações, como rachaduras, ou no terreno, como o surgimento de fendas ou depressões, devem ser comunicados prontamente aos órgãos competentes.

Fonte: Defesa Civil de Belo Horizonte (Estações Hidrometeorológicas PBH)

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