Expansão Energética para o Agronegócio Mineiro
O Governo de Minas Gerais, por meio da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), anunciou a conclusão de importantes investimentos em infraestrutura elétrica no Centro-Oeste mineiro. A entrada em operação da Subestação Luz 2 e da Linha de Distribuição Lagoa da Prata 1 – Luz 2 representa um marco para a região, com um aporte total de R$ 57,4 milhões.
Aumento de Capacidade e Confiabilidade
As novas instalações visam ampliar significativamente a confiabilidade e a capacidade do fornecimento de energia em uma das áreas mais dinâmicas do agronegócio do estado. A Subestação Luz 2, com capacidade instalada de 15 megavolt-amperes (MVA), e a linha de distribuição associada, com 32 quilômetros e operando em 138 quilovolts (kVs), prometem maior estabilidade e continuidade no serviço.
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Impacto na Região e no Setor Produtivo
O governador Mateus Simões destacou que a nova subestação garantirá um aumento de 150% na disponibilidade de energia, essencial para conectar fazendas solares, impulsionar indústrias e viabilizar o uso de pivôs centrais nas propriedades rurais. A melhoria beneficia cerca de 35 mil pessoas nos municípios de Luz e Córrego Danta, reforçando o compromisso da Cemig com o desenvolvimento sustentável local.
Programa Mais Energia e Expansão da Rede
Esses empreendimentos fazem parte do Programa Mais Energia da Cemig, que prevê investimentos de R$ 5 bilhões até 2027 para modernizar e expandir o sistema elétrico em todo o estado. O programa inclui a implantação de aproximadamente 200 novas subestações, com o objetivo de aumentar em 50% a capacidade da rede elétrica mineira. O governador ressaltou que esta é a 167ª subestação construída pela companhia, reforçando o crescimento expressivo da infraestrutura energética em Minas Gerais.
Governo Presente em Ação
A vistoria às novas instalações da Cemig em Luz integrou a programação do projeto Governo Presente, iniciativa que visa aproximar a administração estadual das diversas regiões de Minas Gerais. A ação busca fortalecer o diálogo federativo e alinhar as políticas públicas às demandas regionais, demonstrando o compromisso do governo com o desenvolvimento territorial e a valorização das especificidades de cada microrregião mineira.
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Fonte: G1