Carluxo teme novas quedas de Bolsonaro na PF e pede prisão domiciliar

Carluxo teme novas quedas de Bolsonaro na PF e pede prisão domiciliar

Carlos Bolsonaro (PL-RJ), conhecido como Carluxo, expressou preocupação com a saúde de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após ele sofrer uma queda na cela da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. O vereador defendeu que Bolsonaro cumpra pena em regime de prisão domiciliar, citando o agravamento de seu quadro de labirintite. Em […]

Resumo

Carlos Bolsonaro (PL-RJ), conhecido como Carluxo, expressou preocupação com a saúde de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), após ele sofrer uma queda na cela da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. O vereador defendeu que Bolsonaro cumpra pena em regime de prisão domiciliar, citando o agravamento de seu quadro de labirintite.

Em declarações a jornalistas, Carluxo previu que o episódio de queda pode se repetir. Ele justificou a previsão pela condição de saúde do ex-presidente e criticou o tempo de resposta no atendimento médico dentro das instalações da PF, classificando a demora para a realização de exames como “inaceitável”.

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“Pode se repetir. Provavelmente vai se repetir porque eu conheço meu pai. A labirintite é algo que vem em uma crescente ao longo do tempo, ainda mais com o uso contínuo dessas novas medicações”, afirmou Carluxo.

O vereador destacou a demora de “mais de 24 horas” para que Bolsonaro fosse levado a um hospital para exames e observação. Ele ressaltou que a “observação” não se resume a ter alguém vigiando o ex-presidente, mas sim a um acompanhamento médico adequado.

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Necessidade de Acompanhamento Domiciliar

Para Carluxo, a situação atual exige que o ex-presidente seja acompanhado em casa, ao lado de sua família. Ele argumenta que a realidade vivenciada por Bolsonaro na PF difere do que consta nos autos judiciais, gerando desconfiança.

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“O que está nos autos não é o que está acontecendo na vida real. Você tem que seguir o que está nos autos para que a garantia de uma pessoa continue existindo. Infelizmente isso não é o que está acontecendo”, declarou.

“Então, é lógico que nos leva a crer que há alguma coisa de errado, porque eu acredito na competência da Polícia Federal, acredito na competência dos envolvidos, mas há muitos quadros estranhos que estão acontecendo que nos levam a crer, que nos levam a desconfiar, que a melhor situação no momento é ele ser acompanhado dentro de casa por sua esposa, sua filha e sua família, porque provavelmente vai acontecer novamente”, completou.

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Diagnóstico Médico e Causa da Queda

O cardiologista Brasil Caiado, um dos médicos que acompanham Jair Bolsonaro, informou que o ex-presidente sofreu uma queda ao tentar andar na Sala de Estado-Maior, onde cumpre pena. Os exames realizados no Hospital DF Star constataram “traumatismo craniano leve”.

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O ex-presidente foi submetido a tomografia e ressonância magnética do crânio, além de eletroencefalograma, devido a uma suspeita inicial de crise convulsiva. Caiado explicou que os exames revelaram uma lesão em partes moles nas regiões temporal e frontal direita, caracterizando o traumatismo leve, sem lesões intracranianas.

“Isso é bom para ele. O eletroencefalograma também normal. A partir disso, nós orientamos a transferência de volta, porque em relação a exames, não precisamos neste momento”, disse o médico.

A suspeita inicial para a queda, segundo Caiado, é a interação medicamentosa, considerando o uso de diversos remédios pelo ex-presidente, especialmente para tratamento de crises de soluços. A equipe médica avaliará a necessidade de suspender alguma medicação.

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Posicionamento da Polícia Federal

A Polícia Federal respondeu às críticas sobre as condições de detenção de Bolsonaro. Em atendimento a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, a PF enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) informações sobre a alegação da defesa de que o ar-condicionado estaria causando incômodos ao ex-presidente.

A corporação afirmou que a redução ou eliminação do ruído do equipamento de ar-condicionado não é viável a curto prazo, devido à complexidade da intervenção, que exigiria a paralisação prolongada das atividades da Superintendência Regional da PF no Distrito Federal.

Em relação à possibilidade de transferência de Bolsonaro para outro local, a PF declarou que “não há, no momento, alternativa física que atenda às exigências de segurança institucional para instalação de Sala de Estado-Maior”.

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