A segunda-feira (19/01) amanheceu com desafios para quem utiliza o Anel Rodoviário de Belo Horizonte. A chuva que caiu sobre a capital intensificou os problemas de mobilidade, gerando lentidão e até paradas no trânsito em vários pontos da rodovia.
Principais pontos de retenção
Um dos trechos mais afetados pela retenção é o compreendido entre o viaduto da Avenida Amazonas, na região Oeste, e o viaduto da Avenida Pedro II, na regional Noroeste. O fluxo de veículos segue em velocidade reduzida, com média de apenas 30 km/h nos dois sentidos.
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Avenida Amazonas também impactada
Corredores importantes da capital, como a própria Avenida Amazonas, também registraram lentidão. A combinação de buracos na pista, a quantidade elevada de veículos e carros quebrados contribuem para o cenário de lentidão, com velocidade média de 13 km/h em alguns pontos.
Férias escolares não aliviam o trânsito
Mesmo em período de férias escolares, quando tradicionalmente o número de veículos nas ruas diminui, o centro de Belo Horizonte também apresentou movimentação intensa. A precipitação pode ser um dos fatores que levaram ao aumento do fluxo em outras vias da cidade.
Causas multifatoriais
Os transtornos no Anel Rodoviário são atribuídos a uma série de fatores. Além das condições da pista, como a presença de buracos, o alto volume de veículos e os reflexos de acidentes pontuais contribuem para a lentidão generalizada. A chuva, ao reduzir a visibilidade e aumentar a aderência dos pneus, agrava a situação.
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Impacto na rotina do belo-horizontino
O Anel Rodoviário é uma artéria vital para a mobilidade urbana de Belo Horizonte, conectando diferentes regiões da cidade e servindo como rota para quem se desloca para outras cidades mineiras. Os congestionamentos nesta via afetam diretamente a rotina de milhares de moradores, impactando o tempo de deslocamento para o trabalho, compromissos e a entrega de mercadorias.
Fonte: O Tempo