Mãe e filha são veladas lado a lado em BH após trágico fim em hotel; adolescente de 13 anos sobreviveu

Mãe e filha são veladas lado a lado em BH após trágico fim em hotel; adolescente de 13 anos sobreviveu

Mãe e filha são veladas lado a lado em BH após trágico fim em hotel; adolescente de 13 anos sobreviveu Família e amigos se despedem de mulher de 32 anos e sua filha de 6 anos, que morreram após queda do 10º andar de hotel. Adolescente de 13 anos, que presenciou a cena, está em […]

Resumo

Mãe e filha são veladas lado a lado em BH após trágico fim em hotel; adolescente de 13 anos sobreviveu

Família e amigos se despedem de mulher de 32 anos e sua filha de 6 anos, que morreram após queda do 10º andar de hotel. Adolescente de 13 anos, que presenciou a cena, está em choque.

A dor e a incredulidade marcaram a cerimônia de despedida de mãe e filha, vítimas de uma queda do 10º andar de um hotel no Centro de Belo Horizonte, na tarde de segunda-feira (1º/12). Um caixão de tamanho adulto e uma pequena urna branca, ornamentada com pelúcias, foram dispostos lado a lado em um cemitério de Sabará, na Região Metropolitana da capital mineira, simbolizando a trágica união na morte de Maria Eduarda (nome fictício), de 32 anos, e sua filha de 6 anos.

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Adolescente de 13 anos relata momentos de desespero

O velório, realizado nesta terça-feira (2/12), contou com a presença de amigos e familiares, visivelmente abalados. A adolescente de 13 anos, filha mais velha de Maria Eduarda e irmã da menina de 6 anos, estava no quarto do hotel quando o fato ocorreu. Segundo relatos de sua tia, Mariana Gonçalves Coelho, a jovem está em choque e não consegue acreditar no que aconteceu. Felizmente, ela não presenciou o momento exato da queda, saindo correndo para buscar ajuda.

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Depoimento aponta para possível motivação

Em depoimento à Polícia Militar, a adolescente de 13 anos relatou que a mãe teria dopado a irmã mais nova antes de jogá-la pela janela. Em seguida, Maria Eduarda teria oferecido três opções à filha mais velha: pular também, ir morar com a avó ou ir para o Espírito Santo, onde o pai da adolescente reside. O pai da menina de 6 anos já faleceu. A mulher estava casada atualmente.

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Histórico de depressão e abuso sexual

Segundo Sheila Brandão, amiga íntima da família, Maria Eduarda enfrentava um quadro de depressão há mais de cinco anos. Esse período coincide com o período em que as duas filhas teriam sido vítimas de abuso sexual cometido por um adolescente de 15 anos, em 2020. A amiga relatou que, após o crime, a mulher mudou seu comportamento, chegou a receber tratamento médico, mas abandonou a medicação há cerca de um ano. Maria Eduarda também apresentava surtos psicológicos frequentes e havia iniciado o uso abusivo de bebidas alcoólicas. “As pessoas acham que foi crueldade pura, mas ela estava doente. Não estava acamada, mas estava doente”, completou a amiga.

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Caixão da mãe permaneceu fechado

Por decisão da família, o caixão de Maria Eduarda não foi aberto durante a cerimônia. Amigos e parentes se despediram dela prestando homenagens e acariciando uma foto colocada sobre a urna de madeira. O sepultamento das duas está marcado para o início da tarde desta terça-feira.

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