Mpox: Belo Horizonte e Manhuaçu registram novos casos e total no estado sobe para 17

Mpox: Belo Horizonte e Manhuaçu registram novos casos e total no estado sobe para 17

Belo Horizonte e Manhuaçu, na Zona da Mata mineira, registraram dois novos casos de mpox, elevando para 17 o número total de pessoas infectadas pela doença em Minas Gerais. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) nesta quarta-feira (25/3). Os novos registros ocorreram no último dia 18 nas duas cidades mineiras. […]

Resumo

Belo Horizonte e Manhuaçu, na Zona da Mata mineira, registraram dois novos casos de mpox, elevando para 17 o número total de pessoas infectadas pela doença em Minas Gerais. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) nesta quarta-feira (25/3).

Os novos registros ocorreram no último dia 18 nas duas cidades mineiras. Segundo a pasta estadual, todos os indivíduos afetados são do sexo masculino e possuem idades que variam entre 25 e 56 anos.

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A SES-MG informou ainda que, em todos os casos confirmados, houve uma evolução positiva, resultando na cura dos pacientes. A pasta reforça a importância da vigilância e da busca por atendimento médico em caso de sintomas.

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Transmissão e Sintomas da Mpox

A mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos, é uma doença infecciosa transmitida principalmente pelo contato direto e prolongado com as lesões de pele de uma pessoa infectada. A transmissão também pode ocorrer por meio de gotículas respiratórias em conversas próximas e pelo contato com objetos e superfícies contaminadas, como roupas de cama e toalhas.

O período de incubação do vírus, que é o tempo entre a infecção e o aparecimento dos sintomas, pode variar de 3 a 21 dias após a exposição. Os sinais iniciais mais comuns incluem febre, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas costas, inchaço dos gânglios linfáticos (linfonodos), calafrios e cansaço extremo.

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Lesões na Pele: Um Sinal Clássico

Após alguns dias do início da febre, as lesões na pele costumam surgir. Estas manifestações cutâneas começam como manchas que evoluem para bolhas (vesículas), posteriormente transformando-se em pústulas (bolhas com pus). Por fim, essas lesões formam crostas antes de cicatrizar completamente.

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Prevenção e Ações em Caso de Suspeita

A principal medida de prevenção contra a mpox é evitar o contato próximo com pessoas que apresentem lesões de pele suspeitas. A não partilha de objetos de uso pessoal, como toalhas, talheres e roupas de cama, também é fundamental para conter a disseminação do vírus.

A vacinação está disponível para grupos prioritários e representa uma ferramenta importante no controle da doença. Ao identificar qualquer um dos sintomas descritos, especialmente as lesões na pele, é crucial procurar atendimento médico imediatamente. Isso garante o diagnóstico correto, o início do tratamento adequado e a prevenção da transmissão para outras pessoas.

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Fonte: Estado de Minas

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