Um professor de 40 anos está sob investigação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) por suspeita de aliciar alunas com idades entre 9 e 12 anos. O caso ocorreu na Escola SESI Newton Antônio da Silva Pereira, localizada no bairro São Paulo, na região Nordeste de Belo Horizonte.
As denúncias apontam que o docente utilizava o aplicativo WhatsApp para se comunicar com as estudantes, fingindo ser uma adolescente de 14 anos. A desconfiança de uma das mães foi o estopim para a descoberta, após a suposta garota pedir fotos das crianças de pijama e outras imagens.
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Investigação em andamento
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar os fatos. Diligências e oitivas de envolvidos estão sendo realizadas para esclarecer a extensão do caso e o número exato de possíveis vítimas. Detalhes adicionais serão divulgados posteriormente para não comprometer o andamento das investigações.
Demissão e apoio da escola
Em nota oficial, a Escola SESI Newton Antônio da Silva Pereira informou que o professor foi desligado de suas funções no dia 9 de março, assim que a instituição tomou conhecimento das denúncias. A escola reitera seu compromisso em não tolerar qualquer forma de assédio ou violência.
Posicionamento da instituição
O SESI MG declarou que, desde o momento em que soube dos fatos, em 2 de março, agiu prontamente. A instituição afirmou que está prestando todo o apoio necessário às alunas e suas famílias, com acolhimento e acompanhamento por meio de sua equipe pedagógica e de suporte. O foco principal é garantir o cuidado, a escuta e a proteção das estudantes.
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A escola se colocou à disposição das autoridades competentes para colaborar integralmente com as investigações. O Sistema FIEMG, ao qual o SESI pertence, também repudiou o ocorrido e destacou as ações permanentes de conscientização sobre respeito, ética e prevenção à violência que fazem parte da rotina de seus alunos e funcionários.
A instituição reforça seu compromisso em manter um ambiente escolar seguro, respeitoso e acolhedor para toda a comunidade.
Fonte: Estado de Minas
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