O ex-presidente Jair Bolsonaro apresenta um quadro de saúde estável e com evolução clínica favorável, de acordo com o boletim médico divulgado neste sábado (21) pelo hospital DF Star, em Brasília.
Apesar da melhora, não há previsão para a alta hospitalar do ex-chefe do Executivo, que está internado desde o dia 13 de julho.
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Bolsonaro está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, onde recebe tratamento para uma pneumonia bacteriana bilateral. A condição decorre de um episódio de broncoaspiração.
O boletim também informa que o ex-presidente iniciou tratamento odontológico para dor na região mandibular direita.
Ele segue sob antibioticoterapia endovenosa, com suporte clínico intensivo e sessões de fisioterapia respiratória e motora.
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Contexto da internação e pedidos da defesa
Jair Bolsonaro cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. Sua internação ocorreu após passar mal, necessitando de atendimento médico de urgência.
Desde a sua detenção, a defesa de Bolsonaro tem buscado medidas para reverter sua situação. Após a internação, foi apresentado um novo pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando a concessão de prisão domiciliar.
Os advogados do ex-presidente pedem que Moraes reconsidere uma decisão anterior que negou o benefício da prisão domiciliar.
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Histórico de problemas de saúde na prisão
Esta não é a primeira vez que Bolsonaro necessita de atendimento médico desde que passou a cumprir pena.
Em setembro do ano passado, quando ainda estava em prisão domiciliar, ele precisou de cuidados médicos por apresentar sintomas como vômitos, tontura e queda de pressão arterial.
Já em janeiro deste ano, enquanto detido na Superintendência da Polícia Federal, o ex-presidente foi internado após sentir-se mal e bater a cabeça em um móvel de sua cela.
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Em janeiro, Bolsonaro foi transferido para a unidade militar Papudinha. A mudança atendeu a um pedido da defesa, e a unidade oferece recursos como apoio de fisioterapia, médicos 24 horas, barra de apoio na cama e cozinha adaptada.
Fonte: G1