Justiça de BH transforma motorista embriagado em réu após capotamento fatal na Av. Amazonas

Justiça de BH transforma motorista embriagado em réu após capotamento fatal na Av. Amazonas

A Justiça de Minas Gerais deu um passo importante no caso do trágico acidente que vitimou uma jovem de 20 anos na Avenida Amazonas, em Belo Horizonte. O motorista envolvido, suspeito de dirigir embriagado, teve a denúncia aceita e agora é oficialmente réu no processo. A decisão judicial eleva a gravidade da situação, transformando o […]

Resumo

A Justiça de Minas Gerais deu um passo importante no caso do trágico acidente que vitimou uma jovem de 20 anos na Avenida Amazonas, em Belo Horizonte. O motorista envolvido, suspeito de dirigir embriagado, teve a denúncia aceita e agora é oficialmente réu no processo.

A decisão judicial eleva a gravidade da situação, transformando o motorista em réu e obrigando-o a responder criminalmente pelas consequências de seus atos. O acidente ocorreu na madrugada de 18 de maio de 2024, em um trecho da Avenida Amazonas, no bairro Gameleira, Região Oeste da capital.

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Alta velocidade e sinais de embriaguez

Testemunhas relataram que o Honda Civic dirigido pelo agora réu capotou de forma violenta após ele perder o controle da direção. Pouco antes da tragédia, o condutor apresentava sinais evidentes de embriaguez e trafegava em velocidade incompatível com a via, contribuindo para o desfecho fatal.

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No momento do capotamento, além do motorista, o veículo transportava a jovem que viria a falecer no local e outra mulher. Esta última sofreu ferimentos, mas foi socorrida a tempo pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e levada ao Hospital João XXIII, onde recebeu atendimento.

Veículo causou estragos significativos

O impacto da perda de controle do veículo foi severo. Antes de capotar, o Honda Civic danificou árvores, postes e parte da calçada, evidenciando a força da colisão e a falta de controle do motorista.

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Denúncia por homicídio qualificado

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ofereceu a denúncia que foi acolhida pela Justiça. O motorista é acusado de homicídio qualificado, com a agravante de embriaguez ao volante. A acusação aponta que ele dirigia sob influência de álcool e que essa condição foi fator determinante para a morte da passageira.

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As investigações também revelaram outras irregularidades. O motorista se recusou a realizar o teste do bafômetro quando solicitado pela polícia. Além disso, o veículo possuía documentação irregular, com licenciamento atrasado, e o condutor estava com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida, somando fatores que aumentam a responsabilidade penal.

Próximos passos no processo judicial

Com a aceitação da denúncia, o processo seguirá tramitando no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Foi estabelecido um prazo de 10 dias para que a defesa do motorista apresente seus argumentos e manifestações formais sobre as acusações.

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Fonte: G1

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