Câmara Argentina aprova reforma trabalhista de Milei em votação acirrada

Câmara Argentina aprova reforma trabalhista de Milei em votação acirrada

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou nesta quarta-feira (31) a reforma trabalhista, um dos pilares do plano econômico do presidente Javier Milei. A votação ocorreu após intensos debates e em meio a protestos nas ruas. A nova legislação trabalhista visa flexibilizar as relações de emprego, com o objetivo declarado pelo governo de reduzir o […]

Resumo

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou nesta quarta-feira (31) a reforma trabalhista, um dos pilares do plano econômico do presidente Javier Milei. A votação ocorreu após intensos debates e em meio a protestos nas ruas.

A nova legislação trabalhista visa flexibilizar as relações de emprego, com o objetivo declarado pelo governo de reduzir o desemprego e atrair investimentos. Entre os pontos centrais da reforma estão a alteração de mecanismos de contratação e demissão, além da atualização de contribuições sindicais.

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Reforma é promessa de campanha de Milei

A reforma trabalhista foi uma das principais promessas de campanha de Javier Milei, que assumiu a presidência em dezembro de 2023 com uma plataforma de austeridade fiscal e desregulamentação da economia.

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O governo argumenta que as leis trabalhistas atuais são obsoletas e criam barreiras para a geração de empregos formais. A expectativa é que as mudanças promovam maior dinamismo no mercado de trabalho.

Oposição e sindicatos reagem

A proposta enfrentou forte oposição de setores sindicais e de partidos de centro-esquerda, que temem a precarização das condições de trabalho e a diminuição de direitos conquistados ao longo de décadas.

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Manifestações ocorreram nos arredores do Congresso durante a votação, evidenciando a polarização em torno das medidas do governo Milei. Sindicatos convocaram greves e atos em repúdio à reforma.

Próximos passos no Senado

Após a aprovação na Câmara, o projeto de lei seguirá para o Senado, onde também precisará ser votado. A expectativa é que a tramitação no Senado também seja tensa, dada a divisão política no país.

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O governo de Milei tem buscado aprovar um amplo pacote de reformas em um Congresso onde não possui maioria própria, o que exige negociações constantes com outras forças políticas.

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Fonte: G1

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