Cerveja em BH: Preços disparam em 2026, com alta de até 13,71% em marcas populares e variação de 161% entre estabelecimentos

Cerveja em BH: Preços disparam em 2026, com alta de até 13,71% em marcas populares e variação de 161% entre estabelecimentos

Consumidores de Belo Horizonte sentem o peso no bolso ao pedir uma cerveja em bares da capital. Uma pesquisa recente divulgada pelo site Mercado Mineiro aponta que os preços da bebida já estão mais caros em janeiro de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior. A variação pode chegar a impressionantes 13,71%, […]

Resumo

Consumidores de Belo Horizonte sentem o peso no bolso ao pedir uma cerveja em bares da capital. Uma pesquisa recente divulgada pelo site Mercado Mineiro aponta que os preços da bebida já estão mais caros em janeiro de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior. A variação pode chegar a impressionantes 13,71%, dependendo da marca escolhida.

Aumento Anual e Marcas Mais Afetadas

O levantamento, realizado entre os dias 12 e 15 de janeiro de 2026 em 73 estabelecimentos da Região Metropolitana de BH, identificou que a Heineken em garrafa de 600 ml teve o menor reajuste, com um acréscimo de R$ 0,70, equivalente a 3,86% em relação a janeiro de 2025. Por outro lado, a Stella Artois em sua versão long neck (275 ml) apresentou a maior alta, registrando um aumento médio de R$ 1,46, o que representa uma variação de 13,71% no comparativo anual.

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Disparidade de Preços Assusta Consumidores

Além do aumento geral, a pesquisa evidencia uma discrepância alarmante nos preços da mesma cerveja em diferentes bares da cidade. A variação pode ultrapassar 100%, penalizando o consumidor que não pesquisa antes de consumir. A Bohemia de 600 ml foi o exemplo mais gritante, encontrada desde R$ 8,00 até R$ 20,90, uma diferença de 161%. Outras marcas populares como Brahma (600 ml) oscilaram 78,95% e Amstel (600 ml) 99%.

Outras Bebidas e Porções Também Sofrem Reajustes

O encarecimento não se restringe apenas à cerveja. Outras bebidas alcoólicas e não alcoólicas também tiveram seus preços elevados. A Stella Artois long neck (275 ml) variou 73,91%, e o chopp (300 ml) teve uma variação de 102,53%. A caipirinha também chama atenção, com uma alta de quase 190%. Entre os não alcoólicos, refrigerantes em lata subiram 140% e sucos de laranja chegaram a 233,33% de variação. As porções também seguem a tendência de alta, com batata frita apresentando um aumento de 205% e mandioca frita de 317,99%.

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A pesquisa do Mercado Mineiro não incluiu a taxa de serviço de 10% nos seus levantamentos, focando apenas no preço do produto. Os estabelecimentos atribuem as variações de preço a fatores como localização (bairros distintos de BH), infraestrutura e tradição do bar.

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Fonte: Mercado Mineiro

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