Moradores da Região Centro-Sul de Belo Horizonte estão indignados com vazamentos constantes de água em vias públicas de bairros como Santo Antônio e São Pedro. A água potável é vista jorrando sem controle em ruas como Santo Antônio do Monte, Teixeira de Freitas e Tupaciguara, gerando preocupação com o desperdício e danos à infraestrutura urbana.
Reclamações frequentes sem solução
Segundo relatos de quem vive na região, as queixas à Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) são recorrentes. No entanto, as providências para solucionar os vazamentos parecem não ter sido tomadas, ou não foram suficientes, segundo os próprios moradores.
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A situação se agrava com o aparecimento de buracos e o afundamento do piso em alguns trechos das ruas afetadas. A infiltração contínua da água compromete a base do asfalto, criando um cenário de risco para pedestres e motoristas.
Copasa monitora reservatórios em meio às denúncias
Procurada pela reportagem, a Copasa informou que os reservatórios que abastecem a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) estão com níveis considerados suficientes. A companhia assegura que o monitoramento dos Sistemas Rio das Velhas e Paraopeba é feito de forma contínua.
De acordo com a empresa, as represas do Sistema Paraopeba, responsável por grande parte do abastecimento da Grande BH, encontram-se com cerca de 48% de sua capacidade. Este volume é considerado compatível com o esperado para o período do ano, segundo a Copasa.
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Impacto na capital e a importância da gestão hídrica
O desperdício de água em Belo Horizonte, especialmente em um contexto de preocupação com os recursos hídricos, levanta debates sobre a eficiência da manutenção das redes de abastecimento. Vazamentos em vias públicas não apenas representam perda de um bem essencial, mas também podem indicar problemas estruturais que demandam atenção urgente do poder público e das concessionárias.
A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio de suas secretarias de obras e de meio ambiente, poderia atuar em conjunto com a Copasa para agilizar a resolução desses problemas, especialmente quando há danos ao patrimônio público e riscos à segurança dos cidadãos. A gestão eficiente da água é um tema cada vez mais relevante para a sustentabilidade e qualidade de vida na capital mineira.
A reportagem aguarda um posicionamento mais detalhado da Copasa sobre os vazamentos específicos mencionados pelos moradores e as medidas que serão tomadas para reparo.
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Fonte: Itatiaia