Feijão, condenado por espancar cruzeirense em BH, passa por audiência de custódia após prisão

Feijão, condenado por espancar cruzeirense em BH, passa por audiência de custódia após prisão

Diego Felipe de Jesus, conhecido como ‘Feijão’, passou por audiência de custódia em Belo Horizonte nesta quarta-feira (14). A prisão ocorreu na terça-feira (13), após a sentença condenatória transitar em julgado. Ele foi condenado em março de 2023 a 11 anos de reclusão pela tentativa de homicídio de Clóvis Schuartz Henriques de Souza Neves, torcedor […]

Resumo

Diego Felipe de Jesus, conhecido como ‘Feijão’, passou por audiência de custódia em Belo Horizonte nesta quarta-feira (14). A prisão ocorreu na terça-feira (13), após a sentença condenatória transitar em julgado.

Ele foi condenado em março de 2023 a 11 anos de reclusão pela tentativa de homicídio de Clóvis Schuartz Henriques de Souza Neves, torcedor do Cruzeiro. O crime aconteceu em 2018, durante um confronto entre torcidas organizadas.

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Condenação e Cumprimento da Pena

O Tribunal do Júri considerou Feijão culpado pelos crimes de homicídio tentado e promoção de tumulto. Com o trânsito em julgado, o condenado começa a cumprir a pena em definitivo.

Durante a audiência, o réu afirmou não ter sofrido abusos. A juíza Juliana Beretta determinou a comunicação da prisão ao Tribunal do Júri.

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Relembre o Crime em Belo Horizonte

O ataque à vítima ocorreu em 4 de março de 2018, em uma via do Centro de Belo Horizonte. A agressão aconteceu após um jogo entre Cruzeiro e Atlético.

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Integrantes da torcida organizada Galoucura, do Atlético, atacaram Clóvis com chutes, socos e pauladas. Clóvis, membro da torcida Máfia Azul, do Cruzeiro, sobreviveu aos ferimentos.

Motivo Fútil e Crueldade

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) apontou que o crime foi cometido por motivo fútil, devido à rivalidade entre as torcidas. A vítima foi agredida violentamente com pedaços de madeira.

A denúncia detalha que o ato causou sofrimento físico e mental intenso e desnecessário, caracterizando o crime por meio cruel. A tentativa de homicídio também foi praticada com recurso que dificultou a defesa da vítima, que estava desarmada e sozinha.

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O MPMG também destacou que os denunciados se reuniram com o objetivo de cometer crimes violentos, evidenciando planejamento.

Fonte: O Tempo

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