Após uma jornada exaustiva de 28 dias, a megacarga de 636 toneladas concluiu seu percurso pelo Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, em Minas Gerais. O comboio monumental, que se estende por 123 metros de comprimento, atravessou diversas cidades mineiras, incluindo Patos de Minas, Patrocínio, Uberlândia, Uberaba e Campo Florido, antes de seguir para Itumbiara, em Goiás.
Trajeto desafiador em rodovias mineiras
A operação, iniciada em outubro, percorreu importantes vias como a BR-381 (Fernão Dias), BR-354, MG-170 e BR-262. Em seguida, a carga seguiu pela MGC-354 até Patos de Minas, onde acessou a BR-365, passando por Uberlândia. O trecho final em Minas Gerais se deu pela BR-050 em direção à BR-262, em Campo Florido, e posteriormente por Centralina até chegar a Araporã, ponto de finalização regional.
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Dimensões impressionantes e operação logística complexa
A composição da megacarga é impressionante: são 4 carretas, 6 motoristas, 636 toneladas de peso total e 296 pneus. A largura de quase 8 metros e os 44 eixos exigiram um planejamento logístico minucioso, com apoio constante da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e das concessionárias responsáveis pelas rodovias.
Medidas de segurança e impactos no trânsito
Para minimizar os transtornos no trânsito, o comboio realizava paradas estratégicas diárias, liberando o fluxo de veículos. As condições climáticas adversas, como chuvas intensas, provocaram interrupções e adiamentos, como a paralisação de seis dias em Monte Carmelo. A velocidade média de 20 km/h e a largura da carga ocupando praticamente toda a pista reforçaram a necessidade de cautela e obediência à sinalização.
Previsão de entrega adiada
A previsão inicial de entrega antes do Natal foi frustrada por imprevistos ao longo do trajeto. A nova estimativa aponta para a chegada da peça ao destino apenas em janeiro de 2026, um atraso considerável que reflete a complexidade da operação de transporte de cargas de grande porte em Minas Gerais.
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Fonte: G1