A trajetória de Wilson Vorcaro, empresário ligado ao Banco Master, que culminou em sua prisão, teria começado com o apoio de figuras proeminentes do Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia. Segundo informações, o PT teria concedido ao Master o programa CredCesta, iniciativa que abriu as portas do lucrativo mercado de empréstimos consignados para a instituição financeira.
No auge dessa influência, em 2022, um decreto assinado pelo então governador Rui Costa (PT) teria restringido o uso da portabilidade de crédito. A medida, de acordo com fontes ligadas ao caso, visava dificultar que clientes escapassem das elevadas taxas de juros cobradas pelo Master, fortalecendo o banco e impulsionando seu crescimento.
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Vorcaro Detalha Conexões em Proposta de Delação
Em uma proposta de delação premiada, que foi posteriormente rejeitada pela Polícia Federal, Vorcaro teria detalhado como o decreto de Rui Costa beneficiou o banco.
A rejeição do acordo pela PF, segundo analistas, sugere que as investigações já avançaram significativamente, com a corporação possivelmente reunindo provas suficientes para prosseguir sem a colaboração do empresário.
Tanto o senador Jaques Wagner (PT-BA) quanto o ex-governador Rui Costa negam qualquer irregularidade e minimizam os laços com Vorcaro. No entanto, a investigação lança uma sombra sobre as relações políticas do PT na Bahia.
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Crise do Banco Master Adia Definição de Vice na Chapa de Flávio Bolsonaro
A crise envolvendo o Banco Master e as investigações da Polícia Federal também repercutem no cenário eleitoral nacional, especialmente nas articulações para a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) em 2026.
A escolha do candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro, que inicialmente seria indicada pelo Progressistas (PP), sofreu atrasos significativos devido ao avanço das investigações sobre o cambalacho do Banco Master.
O presidente do PP, Ciro Nogueira, está sob o escrutínio da Polícia Federal, o que levou o partido a considerar a neutralidade nas eleições. A possibilidade de uma chapa conjunta com o PL ainda não foi descartada, mas a cautela predomina.
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Há também temor de que a PF possa avançar sobre o presidente do União Brasil, Antônio Rueda, adicionando mais um elemento de incerteza às alianças políticas.
A campanha de Flávio Bolsonaro busca evitar que a crise do Master e as operações da PF contaminem o debate eleitoral, priorizando a escolha de um vice que não esteja excessivamente ligado a figuras sob investigação.
Outros Assuntos Políticos e Econômicos em Destaque
O governo Lula ainda não recebeu sinais da Casa Branca sobre uma possível reunião bilateral com Donald Trump durante o encontro do G7 em Paris.
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No Peru, Keiko Fujimori mantém uma ligeira vantagem sobre Roberto Palomino na eleição presidencial.
Clientes do Nubank receberam um e-mail alarmante sobre a liquidação da instituição, que foi posteriormente esclarecido como um engano.
A Executiva Nacional do MDB formou uma comissão para definir alianças partidárias, sinalizando apoio à candidatura de Celina Leão (PP) ao governo do Distrito Federal.
O ministro Camilo Santana (Educação) viu suas chances de virar presidente aumentarem nas plataformas de apostas, superando Fernando Haddad.
A vereadora Amanda Vettorazzo criticou o que chamou de “oba-oba” de artistas apoiadores de Lula em hospedagens em embaixadas.
O presidente da Câmara, Arthur Lira, deu andamento ao projeto de Lula que visa acabar com a escala de trabalho 6×1.
O PT teve frustrada sua tentativa de impedir o lançamento do filme sobre Jair Bolsonaro, após o TSE rejeitar a ação do partido.
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