A Polícia Civil de Belo Horizonte efetuou a prisão de dois homens, com 68 e 69 anos, suspeitos de cometerem crimes sexuais contra crianças e uma adolescente na capital. As prisões ocorreram em ações separadas, conduzidas pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).
Abusos contra meninas de 10 anos investigados no Barreiro
Um dos suspeitos, de 69 anos, foi preso preventivamente na última quarta-feira (10) na região do Barreiro. Ele é investigado por supostos abusos contra duas meninas de 10 anos. A investigação teve início em 28 de maio, após a direção da escola das crianças relatar os testemunhos feitos pelas alunas a uma psicóloga da instituição.
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As denúncias surgiram durante uma atividade educativa promovida pela campanha Maio Laranja, de combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Segundo a delegada Marina Prado, o homem utilizava a relação de vizinhança para se aproximar das vítimas. Ele oferecia presentes, como bicicletas e computadores, convidando as crianças para sua residência com a desculpa de jogarem videogame.
A polícia aponta que o suspeito é acusado de praticar atos libidinosos contra as meninas de forma contínua. Ele foi encaminhado ao sistema prisional e o inquérito policial segue em andamento para aprofundar as investigações.
Condenação de 10 anos por estupro de vulnerável em outra região da cidade
O segundo caso envolve um homem de 68 anos, que foi localizado e preso na terça-feira (9) na região Nordeste de Belo Horizonte. A prisão ocorreu após ele ser condenado a dez anos de reclusão pelo crime de estupro de vulnerável. A vítima, na época dos fatos, tinha 13 anos.
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A investigação deste caso foi iniciada em 2019 pela Depca Leste. A denúncia foi formalizada pela avó da adolescente, que levou o caso às autoridades. O homem, após a condenação, foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil reforça a importância da denúncia e do diálogo com crianças e adolescentes sobre seus direitos e segurança. A Depca atua para investigar e coibir crimes contra os mais vulneráveis em Belo Horizonte.
Fonte: G1
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